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Meio Ambiente

Após um ano de dragagem, Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e Jacarepaguá começa a dar sinais de recuperação

30 de abril de 2025

Retirada de sedimentos, que ainda deve durar 24 meses, já devolve vitalidade às lagoas, onde a natureza passa a responder ao investimento feito pela concessionária Iguá

Rio de Janeiro, 30 de abril de 2025 – Os trabalhos de dragagem do Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e Jacarepaguá estão completando um ano e os avanços ambientais já são visíveis. A iniciativa é da Iguá, concessionária de saneamento, e representa a maior operação de dragagem já realizada na região. Ponto de partida do movimento "Juntos pela Vida nas Lagoas", ela deve durar mais 24 meses e vai remanejar mais de mil piscinas olímpicas de sedimentos finos do fundo das lagoas para melhorar a qualidade das águas.

O primeiro ano de projeto já traz frutos significativos: o balanço da dragagem aponta que, em 12 meses, foram retiradas cerca de 500 mil m³ de sedimentos da Lagoa da Tijuca, volume equivalente a aproximadamente 200 piscinas olímpicas. Essa remoção contribui para a melhoria da troca de água entre as lagoas e o mar. Já há pontos da Lagoa da Tijuca onde o nível de oxigenação subiu de 5% para 14%, o que está diretamente ligado a essa troca hídrica entre os dois ambientes.

“A dragagem tem sido essencial para devolver a vitalidade ao complexo lagunar. Essa operação vai remanejar, até o fim das obras, 2,3 milhões de m³ de lodo e sedimentos. A melhoria na circulação da água e a redução do material orgânico em decomposição estão trazendo de volta a biodiversidade local”, diz Lucas Arrosti, diretor de operações da Iguá Rio.

O retorno da biguatinga, uma espécie de ave nunca registrada formando ninhos no Rio de Janeiro, comprova a recuperação ambiental. Desde a primeira aparição, mais de 18 biguatingas foram avistadas na Lagoa da Tijuca. Outras espécies de ave também têm sido vistas na área após o início da dragagem, como a garça boiadeira, a garça azul e o colhereiro, conhecido por sua coloração rosa.

“Ver uma espécie como a biguatinga retornar é uma prova de que estamos no caminho certo. Essa mudança abrirá espaço para um aumento ainda maior da biodiversidade. A presença dessas aves, que dependem de ambientes limpos para sobreviver, é um sinal de que as ações de revitalização estão surtindo efeito.”, afirma o biólogo Mario Moscatelli, consultor do projeto.

245 mil mudas de espécies nativas.

As intervenções começaram pela Lagoa da Tijuca, onde décadas de assoreamento reduziram a profundidade em alguns trechos a apenas 30 centímetros, comprometendo o fluxo da água. Lá, além da abertura de canais e do preenchimento de cavidades, a concessionária está criando três áreas de manguezal, na altura da comunidade da Muzema. Ao todo, serão plantadas 245 mil mudas de espécies nativas até o fim do projeto — e 25% do total já foi plantado.

A recuperação dos manguezais é uma ação fundamental, já que tais ecossistemas são altamente eficazes na captura de carbono. A Iguá estima que as novas mudas serão capazes de neutralizar 36 mil toneladas de CO2, um total de emissões equivalente a 8 mil carros por ano. “Estamos investindo não apenas na dragagem, mas em soluções sustentáveis que garantam uma

melhora duradoura para o Complexo Lagunar. O compromisso é deixar um legado para a população do Rio de Janeiro”, destaca Lucas Arrosti, da Iguá.

Os próximos meses serão dedicados à ampliação dos trabalhos e ao monitoramento constante da qualidade da água, garantindo que os benefícios da dragagem se consolidem. Além disso, a Iguá segue com a ações de conscientização da população sobre a importância do descarte correto de resíduos, na tentativa de evitar novos impactos negativos para o ecossistema lagunar.

Outro trabalho que a concessionária realiza é a remoção de lixo das margens das lagoas e do espelho d’água. Até março, mais de 240 toneladas de lixo foram direcionadas para reciclagem ou descarte correto. O inventário de itens descartados é surpreendente. São brinquedos, pneus, sofás, geladeiras, marmitas de isopor, tecidos e outros objetos. Até uma cabeça de manequim foi encontrada.

Tratamento para esgoto irregular

Paralelamente às obras de dragagem, estão sendo instalados Coletores de Tempo Seco (CTSs). Com investimento de R$ 126 milhões, os dispositivos interceptam esgoto lançado de forma irregular em galerias pluviais e o direcionam para tratamento, beneficiando mais de 100 mil pessoas.

A primeira fase, no Canal das Taxas, já está em operação e retira, em média, 17 litros de esgoto por segundo da Lagoinha das Taxas, no Recreio. A previsão é que a concessionária instale mais de 50 pontos e, com isso, evite a cada dia o despejo do equivalente a 19 piscinas olímpicas de esgoto não tratado.

“Estamos enfrentando desafios históricos com soluções que impactam positivamente o meio ambiente e as comunidades locais. Seguiremos focados em maximizar esses benefícios nas próximas etapas”, conclui Lucas Arrosti, da Iguá. Com ações abrangentes e resultados concretos, o projeto de revitalização executado pela concessionária devolve ao Complexo Lagunar sua beleza natural e renova a esperança de um futuro mais sustentável para o Rio de Janeiro.

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